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Após ficar um tempo sem postar, nada melhor do que voltar fazendo um post sobre um dos melhores games exclusivos do Xbox 360, isso aí povo Gears of War!
Não curto muito fazer posts no estilo preview, mas vamos lá!

Março de 2013 marca o retorno da série Gears of War, a principal novidade é que o novo título Gears of War: Judgment  trata-se de um spin-off que conta eventos que aconteceram antes do E-Day, então melhor esquecer se espera algo ligado ao final de Gears 3. A história por sua vez é focada em  Damon Baird e Cole Train. Isso aí, pelo jeito Marcus Fenix aposentou sua Lancer e resolveu tirar umas férias com a Anya.

Por enquanto ainda não foram divulgadas muitas informações sobre a história do game, mas os produtores têm dado muito destaque para os novos modos multiplayer e o sistema de classes que fará diferença na forma como os times devem jogar.

Modo OverRun

É um modo de jogo que parece uma mistura do tradicional deathmatch entre times e o modo Beast , pois um time joga como COG e o outro como Locust, porém cada time possui personagens com  habilidades distintas, como veremos abaixo.

COGs

Engenheiro – Pode  pode criar Turrets temporárias para proteger fortificações
Soldado – Consegue caixas de munição extras
Médico – Pode reviver  companheiros a distância através de granadas especiais.
Scout  – Pode escalar alguns pontos dos cenário e atingir lugares que outros personagens não chegam.(os campers piram)

Locusts

Pelo lado dos Locusts, temos monstros com habilidades bem parecidas com o que foi visto no modo Beast de Gears of War 3 e mais algumas novidades:

Ticker – Rápido e pode explodir causando um grande dano em inimigos e fortificações, assim como em Gears 3.
 Wretch – Pode pular cercas, escalar pontos do cenário e chegar aos mesmos lugares que o Scout, além de atordoar oponentes com um grito. Apesar das habilidades, se seguir o padrão de Gears 3, deve ter pouca resistência.

Kantus – Funciona da mesma forma  que em Gears 3, curando todos os companheiros próximos.
Granadier – Pode jogar granadas e usar armas como os COGs

Bloodmounth – Pode ser usado como montaria pelo Kantus e o Granadier, além de melhorar suas habilidades.
Serapede – As centopéias são lentas, porém bastante resistentes e agora podem cuspir veneno em inimigos distantes.
Corpse – As aranhas gigantes possuem uma grande resistência, são mais lentas que as Serapedes, mas podem escavar o chão e passar por baixo de fortificações.
Mauler – Se comparados aos Maulers do modo Beast de Gears 3, estão mais rápidos além de contarem com a habilidade de rebater tiros inimigos, assim como os Elite Maulers do dlc RAAM’s Shadow.

Parece complicado ? Que nada ! Confiram o vídeo para entender melhor.

Free For All

O  Free For All trata-se de uma espécia de todos contra todos, onde não há times e você pode atacar qualquer jogador no cenário. Parece uma verdadeira bagunça, mas não deixa de ser divertido.

Embora a jogabilidade se pareça bastante com a de Gears of War 3, podemos ver duas novas armas como uma espécie de rifle de alto impacto e uma metralhadora que o personagem, carrega no ombro.

Apesar das poucas mudanças  em relação a Gears of War 3, os novos modo de jogo podem despertar um bom interesse dos jogadores e garantir um novo fôlego a série.

See ya !

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Saudações galera, resolvi fazer esse post para relatar os problemas que tive para comprar Gears of War 3 e alertar as pessoas em relação a forma com que diversas grandes lojas tratam, ou seria maltratam o consumidor aqui no Brasil, sem mais enrolação, vamos começar.

 A história começa no final do mês de agosto, quando surgiram as notícias de que a Microsoft lançaria o tão aguardado Gears of War 3 por R$ 129,00. Preço muito abaixo do que custa um lançamento por aqui que variam entre 170 a 200 reais. Juntamente com as informações dos preços, surgiram as informações de que grandes lojas de varejo estariam fazendo a pré-venda do game para assegurar que os fãs recebessem o jogo no dia do lançamento. A partir daí começaram os meus problemas e de muitos outros jogadores.

 Após pesquisar quais lojas fariam a pré-venda do game, optei pelo Wallmart, afinal é uma loja grande, bem avaliada por vários sites sobre questão de segurança entre outras coisas. Fiz a compra do jogo pelo site no dia 3 de Setembro, paguei no dia seguinte e fiquei tranquilo apenas esperando o dia 20 para ter o game em mãos.

 DIA 1

 Finalmente chegou tão esperado dia 20, fui conferir o status da minha compra no site e para minha surpresa leio a frase “aguardando estoque”, ou seja, no dia em que o jogo deveria ser entregue, a loja nem ao menos tinha o produto no estoque. Mas como sou uma pessoa calma e compreensiva, achei que o jogo seria entregue no dia seguinte, afinal eu não iria morrer por ter que esperar mais um dia certo?

 DIA 2

 No dia seguinte fui conferir o pedido novamente, dessa vez o produto já constava que o produto estava no estoque, porém não havia sido entregue a transportadora. Devido a essa situação resolvi ligar para o tele-atendimento do Wallmart, pois a data de entrega do produto era dia 20 e o prazo máximo de entrega seria dia 23, sexta-feira.

Após esperar bastante no telefone, falei com um atendente que confirmou que o produto estava em estoque, mas seria passado para a transportadora e seria entregue no máximo até o dia 23. Fiz questão de frisar essa informação e o atendente confirmou.
A essa altura do campeonato, quem não acreditou nessa história de pré-venda e foi comprar o jogo em lojas físicas se deu bem e já estava com o game em mãos, jogando sem problemas.

DIA 3

Nada realmente relevante, embora o pouco caso do Wallmart já estivesse me irritando profundamente, afinal se tive o compromisso de fazer uma compra para receber o jogo no lançamento, isso seria o mínimo que deveria ser feito pela loja.

DIA 4

Eis que chega o dia derradeiro, o dia em que finalmente o game deveria ser entregue, tive um dia muito cheio, mas quando cheguei em casa e perguntei sobre a entrega do jogo, novamente nada. Após isso decidi que no dia seguinte cancelaria a compra, afinal o jogo deveria ter sido entregue no dia 20 e no máximo dia 23.

DIA 5

Tive que sair para um curso, avisei o pessoal em casa para não receber o produto caso chegasse, por motivos óbvios. Por volta de 13:00hrs liguei para casa e descobri que haviam acabado de tentar entregar o jogo.
Liguei o site para confirmar o cancelamento, após muita espera informei meus dados e cancelei a compra. Engraçado é que a atendente nem se preocupou muito em saber porque eu queria cancelar o pedido, provavelmente já imaginava que eu seria apenas mais a reclamar da pré-venda.

Talvez eu tenha sido radical em não aceitar o jogo, mas na boa. A falta de compromisso do Wallmart comigo foi muito grande, por isso optei por pegar meu dinheiro de volta, pois resolvi fazer valer meu direito de consumidor. Afinal boicotar esse tipo de conduta é a única forma de tentar fazer as lojas respeitarem as pessoas.

No papel de gamer procuro sempre que possível apoiar o mercado nacional, mas também fico pensando qual é a intensão de uma loja ao fazer a pré-venda de um produto, se comprometer em entregar no dia do lançamento, sem ao menos possuir o produto em estoque. Seria despreparo das lojas ou má fé ?

É importante dizer que além do Wallmart, li e ouvi relatos de amigos que tiveram os mesmos problemas com as pré-vendas de Gears of War 3 no Submarino, Americanas.com e Ponto Frio, então é bom ficar esperto com essas lojas caso pensem em comprar algo, principalmente games antes do lançamento.

No fim das contas acabei comprando o game em outra loja e ainda estou aguardando o Wallmart devolver o meu dinheiro.

É isso galera, já falei muito por este post e vou ficando por aqui.

See ya !

 

Estava pensando em um novo artigo para o blog e após conversar com algumas pessoas descobri que muitos usuários do Xbox 360 desconhecem a possibilidade de ganhar alguns microsoft points apenas contribuindo com  a comunidade do Xbox.

Diferente de certos esquemas marotos, como comprar contas alteradas com um monte de pontos e coisas do tipo, aqui é tudo lícito.  O Xbox  trata-se de um programa de fidelidade criado pela Microsoft para os usuários do Xbox 360.

Para participar,  o jogador cadastrar seu perfil do Xbox 360 no site do programa de recompensas, porém  é necessário ter uma conta da Live US, ou seja a Live Norte Americana na qual o programa de recompensas está ligado.

Os usuários cadastrados no Xbox Live Rewards podem receber microsoft points extras, itens de avatar e diversos tipos de brindes, seja através da participação em pesquisas de interesse, respondendo questionários, ou através renovações de assinaturas Live Gold, recargas de microsoft points, compras de jogos na Live Arcade, entre outras ações que normalmente são feitas na Live.

Como se cadastrar no Xbox Live Rewards:

Embora não seja difícil se cadastrar, o site está em inglês, o que pode complicar um pouco a vida das pessoas, por isso farei um passo-a-passo para galera.

Após clicar no link acima você será redirecionado, para o site, depois clique na opção Sign In

Depois disso aparece um tela pedindo seu endereço de msn(windows Live) e senha. Lembre-se de colocar o mesmo msn/windows live que está ligado ao seu perfil da Xbox Live.

 

Depois de cadastrar seu perfil no programa, você deve aguardar cerca de 2 dias para seu perfil seja aceito no Live Rewards.

Após ser aceito no programa, você pode acessar o site, logar seu perfil e acessar a opção Survey(pesquisa), em geral são questionários bem simples e curtos a serem respondidos, marcando alguma das opções disponíveis, totalmente sem dramas para quem não está com o inglês afiado.

As pesquisas são feitas mensalmente e cada uma rende 20 MS Points a quem responder, outras ações como renovar assinaturas da Live também geram pontos extras instantaneamente no Live Rewards.

 Como resgatar os pontos:

 Os pontos obtidos através do Live Rewards são depositados diretamente no perfil da Live do usuário após ultrapassarem o total de 100 MS Points, o procedimento é feito sempre após o dia 15, do mês seguinte em que os 100 MS Points foram ultrapassados.

Isso aí pessoal, espero que tenham curtido o post e se cadastrem no Live Rewards, afinal é simples, gratuito e ainda gera alguns benefícios.

Qualquer dúvida é só postar.

See ya !

E aí pessoal, aqueles que acompanham o blog e o mundo dos games sabem que compareci na Brasil Game Show, que aconteceu  no último fim de semana e aproveitei para testar todas as novidades do evento.

Nesse post falo o que achei de Mortal Kombat 9 e como é jogar no Kinect, mas vamos ao que interessa.

A primeira coisa que fiz quando cheguei ao evento foi procurar o stand da Warner, para testar o Mortal Kombat 9, afinal  venho acompanhando a série desde 1992, quando joguei o primeiro game.

A grande mudança como muita gente já sabe é o abandono dos combates em cenários 3D, para um retorno ao 2D como nos velhos tempos, como queriam os fãs. O game apresenta cenários bastante sombrios e inspirados nos três primeiros jogos da série. Como personagens disponíveis eram: Kung Lao, Sub-Zero, Scorpion, Kitana, Mileena, Nightwolf, Cyrax, Sektor, Johnny Cage e Reptile. Obviamente os personagens mais escolhidos pelo povo eram os ninjas Sub-Zero e Scorpion.

Embora o game faça muitas referências aos games antigos, o sistema de combos lembra bastante, o que foi visto em games mais recentes como  Mortal Kombat Deadly Alliance e MK: Deception, porém de forma mais rápida e fluída. Muitos comandos de golpes foram alterados, agora a maior parte deles é através do tradicional comando “Meia lua pra frente e soco / chute”.

A maior  novidade do game fica por conta dos X-Rays, são ataques similares a agarrões muito poderosos , que quando acertam o adversário geram um efeito de Raio – X onde é possível  ver  é possível ver dentes voando, ossos sendo quebrados, dedos perfurando olhos , órgãos sendo congelados e muito mais. Contudo  apesar de muito poderosos e poderem virar partidas dadas como perdidas, os X-Rays só podem ser acionados quando uma barra que fica na parte inferior da tela estiver completa. Os fatalities também estão lá, mais sanguinolentos do que nunca, então preparem-se para arrancar cabeças, cortar corpos ao meio  e explodir os pobres perdedores.

Eu gostaria de ter testado o modo de duplas, em que o jogador pode revezar os personagens de seu time durante a luta. Infelizmente não rolou, mas tudo bem.

O jogo está graficamente bonito, embora ainda existam ainda alguns problemas de programação com cabelos de personagens como Kitana, em que o cabelo parece um foguete que segue a lutadora, embora isso não atrapalhe em nada. Gostei muito do que vi e joguei, espero que os produtores sigam esse caminho e nos entreguem grande game em 2011.

Consegui pegar um pouco de uma luta, antes de proibirem o pessoal de filmar o game, confiram:

PS: Não fui eu quem falou o palavrão no final do vídeo

Bancando o jogador casual no Kinect

Tive a oportunidade de testar o novo acessório da Microsoft e jogar dois de mini-games do game  Kinect Adventures, o primeiro foi River Rush em que os jogadores descem corredeiras em alta velocidade usando um bote, enquanto devem coletar  moedas que aparecem pelo caminho. Foi uma experiência bem divertida porque os dois jogadores devem estar bem sincronizados, para fazerem os movimentos certos para o lado certo, pularem juntos para alcançarem lugares diferentes no cenário e faturarem mais pontos. É tipo de jogo que rende momentos bem engraçados, principalmente quando os dois jogadores não se entendem.

O jogo tem cenários muito bonitos e transmite uma boa sensação de velocidade durante as descidas. Não vi problemas ligados a captação de movimentos dos sensores do Kinect, pois todos os movimentos feitos respondiam perfeitamente. Até fiz um hadouken e o avatar na tela respondeu da mesma forma sem atrasos. É importante dizer que o Kinect avisa quando vocês está perto ou longe demais, quando isso interfere na jogatina.

O outro mini-game que joguei foi  Reflex Ridge em que seu avatar pega carona em uns carrinhos sobre trilhos e deve desviar doa obstáculos e coletar as moedas que aparecem em diversas direções. Para isso muitas vezes é necessário abaixar,  pular, gerando um certo exercício que até me fez suar um pouco.  Divertido, mas a sensação de velocidade não é tão boa como a do game das corredeiras.

De fato jogar o Kinect é bem divertido e não é a toa, que o acessório está tão disputado nas lojas, pois pode render diversão para todo mundo, não importa se você seja um gamer hardcore experiente ou alguém que só esteja querendo curtir de forma descompromissada.

Importante lembrar para alguém que começou a ler esse post e não acompanha muito o mercado de games é que para jogar utilizando o Kinect você primeiro precisa ter o console Xbox 360 da Microsoft, pois apesar de divulgarem muito aparelho ele é na verdade um acessório do Xbox 360.

É  isso galera , até o próximo post

See ya !

Esse ano foram lançados alguns filmes baseados em games como Street Fighter: A Lenda de Chun-Li e Tekken, como já era de se espera nenhum deles foi grande coisa, na verdade os filmes foram bem ruins .

Agora foi a vez de The King of Fighters, filme baseado na franquia de games de luta da SNK que está nos games de 94. O filme ficou em produção por muito tempo e quase nada havia sido revelado até seu discreto lançamento, apenas um trailer surgiu na internet e nada mais. Provavelmente o diretor Gordon Chan (O Medalhão)  já sabia o tamanho da  bomba  que tinha nas mãos, então pelo jeito resolveu não mostrar nada para ver se as pessoas acabariam  acreditando que o filme poderia agradar de alguma forma.

O texto abaixo tem alguns spoilers , embora isso não faça muita diferença, afinal o filme é tão ruin que ninguém vai querer assistir mesmo…

Primeiramente como todo gamer que acompanha adaptações cinematográficas de jogos, eu  fui assistir o filme sem esperar muita coisa, principalmente sabendo que o filme seria de baixo orçamento e feito por uma produtora desconhecida.

Mas ainda assim fui mentalizando aquela frase do seriado Arquivo X  “I want believe”, sim eu queria acreditar o que o filme não seria horrível, mas infelizmente aconteceu o que eu imaginava.O filme é uma porcaria, de fato é tão ruin que sem dúvidas é digno do prêmio Framboesa de Ouro, dado aos piores filmes já produzidos.

O filme é uma falha completa por causa das incoerências em relação ao game, somada a péssima caracterização dos atores e a tentativa bizonha de criar um roteiro novo onde nada se encaixa.

O história é confusa, pois  faz uma mistura sem noção que não chega a lugar nenhum, misturando a lenda de Orochi, artefatos místicos com tecnologia fajuta. Pois vejam só, os lutadores disputam o torneio numa dimensão paralela e são transferidos pra lá  através de super telefones celulares !

Ah sim, o raio da dimensão paralela não passa de uma droga de corredor escuro com 3 portas onde o nanico Rugal convenientemente colocou seu trono e fica esperando os infelizes lutadores aceitam seu desafio via SMS.

O filme tenta parecer sério o todo o tempo, mas os diálogos são ruins tanto para fazer a trama se desenvolver, quanto para que os personagens cativem o expectador. Uma coisa que até agora não entendi: “Qual a razão de fazer um triangulo amoroso entre Kyo, Iori e Mai?”.

Na moral, filme deve ter sido gravado em apenas um dia, pois a cenografia é muito pobre, com  locações  muito fuleiras e provavelmente o local mais caro da produção deve ter sido o museu que ocorre uma exposição no início do filme.

A caracterização dos atores é muito mal feita, por exemplo:  Mai Shiranui a ninja gostosa da série. No filme é uma agente da CIA interpretada por Maggie Q, que até é bonitinha e tal, mas está longe de ter um corpo que faça jus as curvas da personagem, além ter tanto carisma quanto uma porta, pois além de sua atuação fraca, o roteiro não ajuda.  Ah sim, esqueçam os trajes de shinobi da moça, pois no filme não tem nada disso. Mas fiquem tranqüilos, pois vai piorar.

Rugal, Mature e Vice

Rugal Berstein o grande vilão dos games é um cara de quase 2 metros, cheio de músculos e uma atitude arrogante, num estilo típico de um cara que tem todo dinheiro possível. No filme o personagem é interpretado por Ray Park, ator e dublê que ficou famoso por interpretar Darth Maul em Star Wars: A Ameaça Fantasma, só que o ator não tem nada a ver com o personagem, pois Ray é ridiculamente baixo se comparado a Rugal e também não é forte.

Ok, talvez não fosse tão fácil encontrar um ator que fosse fisicamente parecido com o personagem. Além disso o problema foi agravado(de novo) pelo roteiro cretino que transformou um vilão de atitude arrogante, tipicamente aristocrata num bandido baixa renda genérico. A cena que vi Rugal vestido de jogador de hockey correndo e rindo como um maluco  quase me derrubou da cadeira e por pouco não abandonei o filme ali mesmo. Mas vamos seguindo.

Kyo Kusanagi, o herói é interpretado por Sean Ferris, mas agora uma pergunta importante: “Desde quando Kyo Kusanagi é americano ???”

Os caras só podiam estar de brincadeira…

O filme é tão mal montado, pois em certa parte que Kyo tem um flashback, lembrando do treinamento com seu pai, o personagem é representado por um adolescente  visivelmente oriental, contudo  Kyo adulto nada tem a ver com o povo do oriente!

Como será que ocorreu essa incrível mudança? Será que ele fez alguma plástica? Ou no mundo do filme, orientais deixam de ser orientais quando saem do oriente? Isso até poderia ser engraçado se fosse um filme de comédia, mas infelizmente não é o caso.

O que dizer de Iori Yagami, que é interpretado por um Will Yun Lee, com seu visual japa cabeludo genérico que parece 10 anos mais velho que Kyo. Sem falar do fato que na grande trama do filme, pois Iori lutou junto com o pai de Kyo contra orochi.

Mature e Vice estão lá só para constar, mas seguindo o grande padrão de qualidade da produção, também não se parecem em nada com suas versões dos games.

Mas a cereja no bolo é Terry Bogard que é interpretado por um ator muito velho.

Enquanto o personagem em sua versão mais velha no game Garou: Mark the Wolves deve ter no máximo uns 30 anos, o ator que faz o papel tem facilmente mais de 40, ou está muito acabado, devido a cara mais cheia de rugas.

Terry também é agente da CIA e passa o filme todo de terno, contudo após passar pelos mágicos portais inter-dimensionais ele aparece com uma roupa que tenta lembrar a roupa do  personagem original, se bem que na verdade lembra mais uma roupa de vendedor ambulante ou fiscal da CET- Rio.

As lutas são muito rápidas e mal coreografadas, não criando impacto algum a quem assiste, sem mencionar os efeitos especiais de terceira categoria, em níveis similares a coisas como Power Rangers, mas nem vale ficar falando mais sobre isso.

Apenas sigam meu conselho e não assistam essa porcaria de filme, melhor assistirem a um bom filme,  namorar, jogar, plantar uma árvore, pois  vocês estarão ganhando mais duas horas em suas vidas.

See ya !

Trailer do Filme para que vocês não assistam:

Games de Terror Final

Bom galera o Halloween já passou, muita gente já curtiu festas sobre esse tema que nada  tem a ver com nossa cultura, mas que sempre acaba se fazendo presente nos finais de Outubro principalmente por motivos comerciais.

Escrever sobre games de terror em épocas perto da comemoração do Halloween ou em uma sexta-feira 13 é bastante oportuno ou clichê. Mas aproveitei o embalo e também o fato de ter terminado a pouco tempo o excelente Silent Hill 3, para escrever um pouco sobre os games de terror, o gênero chamado “Survival Horror” que é composto por games que tem a intenção de assustar o jogador, assim como filmes já fazem a muito tempo.

Muitos gamers mais novos podem achar que o gênero de games  Survival Horror surgiu com o lançamento de Resident Evil em 1996. De fato  Resident Evil  foi um game que marcou, teve grande popularidade ajudou a definir um gênero de jogos. Porém o mundo dos games começou a explorar o tema “terror” desde o começo da década de 1980, ainda no Atari 2600, ou apenas Atari  nós brazucas.

A idéia desse especial é mostrar vários games que surgiram em diversas épocas  com objetivo dar sustos  e ao mesmo tempo entreter os jogadores. Então é hora conferir a primeira parte desse especial e encarar uma viagem por cemitérios,criptas,mansões esquecidas, cidades abandonadas e se preparar para encarar zumbis, vampiros , demônios e mais um monte de criaturas das sombras.

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Produção: Wizard Games

Lançamento: 1983

Plataforma: Atari 2600

Pois é , embora os games de terror só tenham recebido uma classificação própria na geração 32 Bits ,  fato é que desde o Atari 2600, os fabricantes aproveitam para lançar games explorando esse segmento. Na minha pesquisa para esse especial , descobri coisas que nem esperava e uma delas é o game Haloween, lançado em 1983 para o Atari 2600, o jogo é baseado no filme homônimo de 1978, que tinha como destaque o assassino Michael Myers. O jogo foi produzido  pela Wizard Games, uma divisão da Wizard vídeo, empresa que possuía os direitos de distribuição em VHS das séries Texas Chainsaw Massacre (Massacre da Serra Elétrica) e Halloween.

Claro que com o crescimento da indústria de games e o Atari 2600 em alta, os  nossos amigos da Wizard Videos não poderiam deixar de capitalizar em cima do público que assistia aos filmes e o logo criaram um divisão da empresa para produzir jogos baseados nos filmes. Sim !  Mais de 20 anos atrás empresas já tentavam lançar games baseados em filmes e o resultados em geral  são como os de hoje,  games de medianos a ruins.

No jogo  você assume o controle de uma garota que trabalha como babá  e terá que salvar crianças que estão espalhadas pelas salas de uma casa, antes que nosso amigo serial killer Michael Myers acabe com elas. O game segue desta forma até que jogador perca todas as suas vidas, pois como vários games do Atari, a dificuldade aumentava e o game seguia infinitamente, assim como o clássico enduro.

Quando o jogador era pego, a garota tinha sua cabeça cortada e ficava com o corpo correndo e jorrando sangue (Sim a violência está nos games desde os primórdios!).

Por aqui o jogo foi chamado de Sexta- Feita 13(????????).  Não entendi como  colocaram o título dos filmes de Jason no game de  Michael Myers. Mas enfim, devido aos “incríveis gráficos” do game, não faria diferença se fosse Michael Mayers, Jason Voorhees, um carregador de mudanças ou qualquer mané de vestindo um macacão cinza.

Engraçado que mesmo nos Estados Unidos o game foi lançado de forma bastante sem vergonha, pois nem ao menos uma ilustração do game havia no cartucho, apenas havia  um papel escrito “Halloween” em um pilot cor de abóbora.  Mas sério a embalagem do game tão era safada  que parecia até aqueles DVDs/CDs que todo mundo já comprou no camelo pela grande oferta de 3 por R$ 10,00.

Porém havia também uma  versão que possuía capa, embora depois de muito analisar não conseguir entender  do que se trata a imagem na capa do game, se alguém tiver uma idéia pode falar.

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Mas brincadeiras a parte, o game até que funcionava bem para época que foi lançado, tinha a inconfundível trilha sonora do filme e também por ter uma das primeiras cenas de violência da história dos games e explorar o tema terror.

Review do Angry Video Game Nerd

Sweet Home

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Produção: Capcom

Lançamento: 1989

Plataforma: NES

Agora vamos falar do game que segundo Shinji Mikami, foi a fonte de inspiração para o projeto  Resident Evil, no game o jogador assume o controle de 5 personagens vão até a mansão de um famoso pintor para fazer um documentário  sobre sua vida e  suas obras de arte que permanecem no local, mas acabam sendo pegos pelo espírito da esposa do pintor e aí que começam os problemas para os personagens.

O game apresenta uma visão aérea  é possível escolher  entre vários personagens, cada um com uma habilidade distinta que ajudará o jogador a encarar as dificuldades do game , como a enfermeira que carrega kits médicos que ajudam a curar o seu time ou ainda a menina carrega uma chave especial que pode abrir diversas portas especiais, os combates são feitos por no estilo RPG, por turnos com o jogador podendo selecionar opções como atacar , defender e fugir.

Interessante as semelhanças entre Resident Evil e Sweet Home, o fato de ambos passarem em uma mansão no meio da floresta, aqueles “loads safados” disfarçados de cenas de portas abrindo. E  claro zumbis também aparecem nos dois games, interessante  ver como  a Capcom quase 10 anos após o lançamento de Sweet Home usou muitas influências desse game antigo em Resident Evil , que foi o game qual definiu e popularizou o gênero Survival Horror.

Sweet Home nunca foi lançado fora do Japão, por isso quase ninguém conheceu o game, ainda mais aqui no Brasil. Mas se tem curiosidade vale a pena pegar um emulador de NES, pois hoje não é difícil encontrar uma ROM de Sweet Home traduzida para inglês.

Dê uma olhada em como é o game

Sexta- Feira 13

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Produção: Galoob

Lançamento:1988

Plataforma: NES

Se games baseados em filmes de terror estavam ficando populares nosso amigo Jason, o apreciador de grandes facas afiadas não poderia ficar de fora disso. Pois se Michel Myers tinha um game, porque o assassino de Cristal Lake também não teria um? Toda a ação do game acontece no acampamento do Lago Cristal, morada de Jason, onde o jogador deverá andar por diversos caminhos do parque para salvar seus amigos do afiado facão de Jason.

O game tem uma jogabilidade 2D, dividida duas partes,em  uma delas em que o jogador anda  por várias trilhas do acampamento do Parque Cristal  procurando chalés onde possa resgatar seus amigos de Jason. Essa parte lembra um pouco o clássico Ghosts and Ghouls, porém com gráficos mais coloridos. Já a outra parte da jogabilidade acontece  dentro dos chalés onde a visão muda para as costas do personagem e o jogador resolve pequenos quebra cabeças antes de enfrentar Jason.  O jogo foi considerado por muita gente na época bem difícil, destaque para as aparições extremamente apelonas do Jason que muitas vezes surgia de repente e com uma velocidade 10 vezes maior que a de seu personagem.

Video

Nightmare on Elm Street

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Produção: Rare

Lançamento:1990

Plataforma: NES

Nightmare on Elm Street é o título original de  “A Hora do Pesadelo”, série de filmes criada por Wes Craven, que tem como vilão e principal personagem o  vilão Freddy Krueger, imortalizado pelo ator Robert Englund.

Bom, se Michel Myers e Jason Voorhees tinham seus jogos,obviamente  Freddy Krueger como ícone de filmes de terror da década de 80 também deveria  também deveria ter o seu.

O game colocava o jogador na pele de um jovem que deve  encarar Freddy, para sair do pesadelo . O game tem a jogabilidade voltada para o gênero plataforma e ação porque é necessário ser bastante preciso nos pulos, principalmente para recolher os itens que muitas vezes ficam em lugares difíceis de alcançar e para terminar as fases era necessário coletar todos os ossos de Freddy espalhados pelo local. No início você conta apenas com socos para encarar  inimigos como aranhas gigantes, ratos, morcegos, esqueletos e zumbis , mas com o passar do game o jogador pode conseguir power ups que podem transformar seu personagem em feiticeiro ou ninja para tentar facilitar as coisas.

Nightmare on Elm Street mostrou alguns conceitos interessantes como em fases dentro das casas do rua Elm onde se sua energia , chegasse a zero o game iniciava o modo pesadelo, onde os inimigos mudavam e a fase ficava bem mais difícil, tudo bem que algo semelhante já havia sido feito em Castlevania II: Simons Crest, outra característica interessante era o fato de até 4 pessoas poderem participar das partidas.  O game tem alguns problemas principalmente ligados a falta de precisão nos saltos e poder muito ruin de encarar os inimigos sem os Power ups.  Mas caso tenha um emulador de NES no seu PC vale a pena dar uma conferida no game e encarar mais um pesadelo de Freddy.

Video

Alone in the Dark

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Produção: Infogrames (Atualmente Atari)

Lançamento 1992

Plataformas: PC , MAC , 3DO

O primeiro game desta série é considerado o pioneiro do gênero survival horror por ter características como cenários pintados e personagens em gerados em 3D. Ok os personagens eram feios pra caramba, mas lembrem-se, estávamos em 1992 com PCs 386/486, então isso pode ser considerado um grande feito.

A história conta que Jeremy Hartwood cometeu suicídio na Mansão Decerto na Louisiana, você assume o controle de Edward Carnby, um detetive particular e Emily Hartwood , sobrinha de Jeremy , para tentar descobrir o que aconteceu  e desvendar os mistérios do local. Durante o game vários elementos  que se tornaram populares com Resident Evil e viraram padrão estão lá, como criaturas quebrando janelas, inimigos surgindo de repente, itens encontrados em um lugar e utilizados em outro lugar distante, câmeras colocadas em lugares estratégicos, além da parte sonora que funcionava muito bem, colocando músicas tensas nos momentos onde surgiam as criaturas.

Primeiro Alone in the Dark era baseado nos livros do escritor H.P Lovecraft e ainda teve duas continuações produzidas pela mesma equipe da Infogrames Alone in the Dark 2 que embora tivesse gráficos melhores,  não foi muito bem recebido pela crítica e por jogadores por causa de seus problemas de jogabilidade, principalmente com o sistemas de câmeras ruin.  Já Alone in the Dark 3 manteve os mesmo gráficos, porém com o game mais fluído e com mais velocidade, mas com poucas inovações apenas repetindo o que já havia sido feito nos episódios anteriores da série.

Alone in the Dark mais tarde ainda teve o episódio The New Nightmare lançado para PS1 e PS2 e uma nova versão chamada apenas Alone in the Dark, que foi lançada para PS3, X360 e PC, mas falarei dessas versões em outra oportunidade.

Vídeo

Isso aê , essa foi a primeira parte do especial galera, espero que tenham curtido e podem postar pra dizer o que acharam,  até a próxima.