Arquivo da categoria ‘Análises – PS2, Xbox, Gamecube e PSP’

ANÁLISE THE WARRIORS – OS SELVAGENS DA NOITE


PRODUÇÃO: Rockstar Games

DISTRIBUIÇÃO: Rockstar Games

LANÇAMENTO: 2005

PLATAFORMA: Playstation 2/ XBOX

É galera, após um bom tempo sem postar um review resolvi trazer para vocês  um texto sobre o game The Warriors, game lançado em 2005 para Playstation 2 e Xbox, espero que curtam o texto.

Videogames e cinema são mídias diferentes que desde o início da década de 90 estão se tornando mais próximas, sejam pelos games baseados em filmes e também pelos filmes baseados em games.  Embora como sabemos, nem sempre essa combinação dê certo, como vimos em filmes terríveis como  Street Fighter, Super Mario, Dead or Alive, sem contar os filmes do cinesta alemão Uwe Boll. Para não falar dos games baseados em filmes, mas isso é outra história.

Porém sempre existe uma luz no fim do túnel (que não é um trem vindo na sua direção) pois na última década houveram de fato bons games baseados em filmes como Godfather, X-men Origins: Wolverine, Scarface e The Warriors.

Os Selvagens da Noite

The Warriors é um filme lançado em 1979, que mostra diversas gangues da cidade de Nova York em uma reunião liderada por Cyrus, líder dos Riffs maior gangue da cidade para que tomassem o poder da cidade, contudo no meio dessa história alguém atira em Cyrus e os Warriors são acusados injustamente. E aí começam os problemas dos Warriors em uma fuga desesperada pelos territórios de diversas gangues até conseguirem chegar a sua área. Vale lembrar que por aqui o filme foi chamado de “Os Selvagens da Noite” e costumava passar nas tvs abertas nos tempos que as “sessões da tarde” costumavam passar bons filmes.

O grande acerto da Rockstar na sua adaptação do filme foi não apenas tentar recriar as passagens do filme, mas expandir e muito o universo não explorado no título original. Por isso vemos no jogo muitas missões que mostram como foi a formação dos Warriors , como foi a entrada de cada membro principal, como criaram sua reputação fatos que não foram explorados pelo filme, além de personagens pouco aproveitados no filme como Cleon, líder dos Warriors receberem uma maior importância.

Os gráficos estão no padrão da geração 128 Bits, não chegam a ser tão bons como em Resident Evil 4, mas funcionam bem, com um estilo sombrio que lembra Manhunt exibindo cenários grandes escuros e sujos, mas também por diversos elementos interativos como garrafas, latas de lixo, pedaços de madeira, enfim tudo que pode se tornar uma arma em potencial em uma briga de rua, além de poder utilizar elementos do cenário como paredes e temos ainda uns efeitos em câmera lenta de quando os personagens são atingidos com golpes mais poderosos.

Contudo é possível ver que a houve realmente um trabalho competente da Rockstar em implantar um sistema de danos nos personagens, já que muitas vezes ao fim de um estágio seus personagens chegam mais arrebentados que se estivessem saído numa luta com o Anderson Silva ou Mike Tyson em seu bons tempos. Outro ponto a ser destacado é a modelagem de alguns personagens que ficaram bem parecidos com  suas contra partes do mundo real  como: Cleon, Swan e Ajax.

A parte sonora teve um trabalho muito cuidadoso e de primeira linha utilizando muito material original do filme, como as músicas e principalmente as dublagens, pois boa parte do elenco original do filme fez as gravações dos diálogos rendendo ótimas atuações e dando a impressão que realmente estamos assistindo ao filme, quando na verdade estamos jogando um game..

Inicialmente The Warriors foi classificado como um beat’n up, um game de pancadaria, porém não acho isso justo, afinal o game oferece tantas passagens por estilos diferentes como plataforma na parte em que os Warriors precisam fugir dos Hi Hats numa corrida pelos telhados da cidade após um concurso de grafite ou ainda  furtividade, quando eles precisam passar de forma desapercebida pelo território dos Turn Bulls AC’s.

O game ainda possui uma enorme quantidade de mini-games embutidos em seu contexto, desde quando você precisa fazer uns “ganhos” roubando toca-fitas de carros ou colocando a marca dos Warriors em cima do grafite de outra gangue, sem falar do bônus liberado após fazer todos as “flashback missions” que nos remete a clássicos da pancadaria como Double Dragon.

Warriors come out to play

O sistema de combate funciona muito bem contando com uma variedade muito grande de movimentos entre socos, chutes, arremessos e um “rage mode” obtido após bater em muitos oponentes que permite ao seu personagem deixar a movimentação em câmera lenta e usar golpes especiais muito mais poderosos, também como nos games antigos de pancadaria.

O game não tem grandes problemas técnicos, o que realmente atrapalha algumas vezes é o sistema de câmeras que em algumas situações não deixa que o jogador tenha uma visão precisa de onde está seu personagem ou o inimigo e esse problema é agravado quando estão jogando duas pessoas ao mesmo tempo.

The Warriors é um ótimo produto da Rockstar Games que não apenas transportou toda atmosfera do filme para o mundo dos games, como expandiu muito o enredo do título original, preenchendo as várias lacunas que o filme acabou não explicando como: de que forma  surgiram os Warriors, como conseguiram sua reputação, além de mostrar muito mais gangues que não apareceram no filme.

Tudo isso faz com que The Warriors seja um game obrigatório para aqueles que curtem um jogo com muita ação e pancadaria, assim como para aqueles que curtiram o filme tem a oportunidade de ter encarar uma experiência mais profunda pelo sub-mundo das gangues de Nova Iorque.

NOTA:8.5

PRÓS:

– Perfeita relação filme x jogo

-Jogabilidade variada

– Muitos extras

– Possibilidade de jogar com um amigo

CONTRAS:

– Sistema de câmeras confuso

– A dificuldade pode afastar alguns jogadores

Vídeos:

GOD OF WAR CHAINS OF OLYMPUS

Produtor : Ready at Dawn

Distribuidor: SCEA

Lançamento: 4 Março 2008

Plataforma: PSP

Fala galera, espero que todos tenham curtido bastante as festas de fim de ano, nesse período descobri  que meu primo tinha um PSP e logo tive aproveitar a oportunidade de conferir o game God of Chains of Olympus.

No game carecão espartano mais nervoso do games voltou no para detonar mais um monte de criaturas da mitologia grega, God of War Chains of Olympus conta os fatos  anteriores aos acontecimentos do primeiro  God of War. O game começa na cidade de Atica, com Kratos como sempre sacaneado pelos Deuses recebe a “simples”  missão de combater uma invasão persa que conta com um numeroso exercito e ajuda de um Basilisco gigantesco.  Após vencer esse primeiro desafio a história começará de fato e  se mostrará mais complexa do que parece, com diversas figuras mitológicas marcando como presença e com altas conspirações entre as divindades acontecendo.

Por contar fatos ligados a um passado distante, o game usa como recurso de roteiro uma narrativa para situar os jogadores na história de Kratos , com isso é possível conhecerer um pouco mais da vida do general espartano que vendeu sua alma para Deus da Guerra, conferir alguns favores  que prestou aos deuses do Olimpo para que seus pecados fossem apagados de sua mente  e veremos que o brutal e impiedoso guerreiro já teve sentimentos.

GRÁFICOS

Chains of Olympus conta com ótimos gráficos, ficando no mesmo nível de God of War 1  exibindo belíssimos e diversificados cenários, principalmente se formos considerar que se trata de uma game para portátil.

A direção de arte funciona  muito bem, não apenas na construção dos cenários mas também nas escolhas dos ângulos das câmeras, sempre causando aquela impressão de grandeza, afinal Kratos muitas vezes parece apenas um ponto na tela devido a imensidão dos lugares visitados.  Um ponto muito interessante é que o game, mesmo não sendo produzido pela equipe original de God of War, posso dizer que a  Ready at Dawn, empresa designada para produzir Chains of Olympus fez um ótimo trabalho, porque conseguiu reproduzir bem tudo o que foi criado na série até agora, desde cenários, personagens e até os quick time events.

O game conta tem alguns bugs bobos como slowdowns , que deixam tudo meio devagar algumas vezes, mas no geral nada que prejudique a ação.

SOM

Assim como no resto da série a parte sonora é de alta qualidade e não deve em nada aos games lançados para consoles de mesa, as músicas realmente te colocam naquele clima de filme épico que somada aos belos cenários e a jogabilidade com os golpes brutais de Kratos fazem com que o jogador fique bastante empolgado, afinal nada mais divertido que decapitar um Minotauro com sua própria espada, ouvindo um ótimos temas orquestrados. Aqueles que conhecem bem a série reconhecerão algumas músicas que aparecem em partes avançadas do game.

As dublagens mantém a mesma qualidade da série com atuações de alta qualidade como a de  TC Carlson,  com suas falas marcantes e sua interpretação furiosa mostrando porque Kratos se tornou um dos personagens mais populares dos últimos tempos.

JOGABILIDADE

A jogabilidade mantém o padrão da série , com comandos respondendo bem, dando a possibilidade de criar combos grandes e visualmente bonitos.  Tudo que você estava acostumado a fazer nas versões do console de mesa está presente aqui. É possível agarrar os inimigos mais fracos e acabar com eles de forma brutal e rápida, somado o fato que a grande maioria das criaturas pode ser finalizada em um movimento especial que é feito através de comando específicos em determinadas cenas, o Quick Time Events.

É importante dizer que a adaptação dos controles  para o PSP foi muito bem feita, pois mesmo sem as duas alavancas analógicas do PS2 é possível se adaptar rapidamente as novas combinações de controles para fazer novos movimentos. No PSP a maioria dos comandos especiais e magias são feitas através de combinações do botões L e R juntamente com outros botões do controle, parece complicado, porém é bem simples, os comandos funcionam bem e o game sempre mostra os comandos de uma nova técnica,  fazendo que dizimar hordas e mais hordas de criaturas mitologias se torne um tarefa divertida.

Você começa o game contando apenas com as conhecidas e eficientes Blades of Chaos, as espadas recebidas de Ares, o Deus da guerra e que são pressas por correntes a carne de Kratos, ao passar das fases você ainda receberá o Sun Shield, que ajuda a resolver alguns enigmas e executar contra ataques rápidos além dele você encontra também a Gauntled of Zeus , um grande luva de metal que permite Kratos disparar potentes socos. Essas armas ajudam a dar mais variedade ao jogo, embora não sejam nenhuma inovação em termos de gameplay, pois já que vimos armas semelhantes nos outros games da série e sinceramente as Blades são muito mais divertidas de se usar.

O game conta só com dois problemas um pouco mais sérios que é o fato de basicamente a parte de explorar os cenários foi cortada, pois quase todos os baús com itens estão bem a mostra para o jogador e o outro problema é o número reduzido de confrontos contra  chefes de fase, com aquelas lutas ultra cinematográficas, com  maior dificuldade e que normalmente terminam em finalizações brutais.mas para compensar criou inimigos bem chatos durante o game , que podem te dar um bom trabalho aos jogadores.

God of War Chains of Olympus é um ótimo game, consegue transmitir toda a sensação dos games anteriores da série, possui um dos melhores gráficos quando falamos em games para portáteis, some isso a uma história intrigante que aumenta ainda mais o universo da saga do anti-herói espartano e um sistema de combate muito bem adaptado aos controles do PSP, vale a pena conferir.

NOTA : 9.0

PRÓS:

Ótimos gráficos

Trilha sonora excelente e ótimas dublagens

Possui legendas (em inglês)

Jogabilidade bem adaptada ao PSP

CONTRAS:

Slodowns

Nada realmente novo

Jogo muito linear

Videos:


ANÁLISE HAUNTING GROUND

Lançamento:Maio 2005

Produtor: Capcom

Distribuidor: Capcom

Plataforma: PS2

O gênero survival horror está entre os mais populares entre os jogadores, desde  que o primeiro game da série  Resident Evil foi lançado, fazendo  enorme sucesso entre os gamers. Após Resident Evil , muitas empresas investiram no gênero, porém focando temas diferentes de zumbis e armas biológicas, com isso surgiram games  como o sombrio e perturbador Silent Hill ou ainda a série Fatal Frame, exibindo um terror tipicamente oriental.

Em 2003, o game Clock Tower 3(CT3) produzido pela Sunsoft e distribuído pela Capcom, chamou minha atenção por explorar um lado diferente da maioria  dos games de terror, pois colocava o jogador indefeso, sem qualquer espécie de arma ou poderes especiais. Um conceito novo, aliado a um bom roteiro, uma jogabilidade funcional o tornaram um bom game. Em 2005 a Capcom aproveitou muitos conceitos de CT3 e lançou Haunting Ground, conhecido no Japão como Demento.

O jogo mostra o drama da jovem Fiona Belli, que após um acidente de carro com seus pais, acorda sozinha e trancada no porão de um castelo. No decorrer do jogo Fiona se depara com tipos nada amistosos como o esquisitão Debilitas, que mais parece o Sloth do filme Goonies, a bela e perigosa Daniella e o misterioso Riccardo. Quase no início do jogo Fiona encontrará Hewie, um cão Pastor Alemão albino que será seu grande aliado nessa história que envolve alquimia, rituais para vida eterna e vários segredos da família Belli.

GRÁFICOS

Haunting Ground apresenta belos gráficos, os personagens estão bastante detalhados, principalmente Fiona e seus “atributos”, os cenários possuem boas texturas, ambientes ricos em detalhes reproduzindo bem o clima medieval de um castelo, com grandes salas luxuosas e ornamentadas, passando por masmorras, escadarias e lugares mais sombrios. Apesar do tamanho dos cenários e seus detalhes quase não há “load times” entre eles.

SOM

Nesse quesito o game tem seus altos e baixos, pois existem poucas músicas no jogo, porém elas são músicas que demonstram perigo e normalmente surgem juntamente com os inimigos em um nível de som bem alto, o que aumenta intensidade dos sustos. No mais tudo comum, atores canastrões, latidos de cachorro, sons ambiente, nada que se destaque muito.

JOGABILIDADE

Este é o quesito onde vemos a inspiração em Clock Tower 3, afinal você não poderá contar com armas destruidoras ou desferir golpes mirabolantes, na maior parte das vezes terá que evitar os vilões para facilitar o seu progresso fugindo ou se escondendo em lugares como dentro de armários , atrás de uma portas ou embaixo de camas.

Haunting Ground não conta com barras de energia.  Para saber se Fiona está bem, basta olhar para ela, se por acaso a moça estiver com dificuldades para andar é melhor usar algum item de cura. O jogo conta também com outro elemento de CT3, o fator pânico porque quando Fiona entra em pânico a tela fica em preto e branco, pouco embaçada e conforme o pânico aumenta fica mais difícil controlar a moça e enxergar o que acontece, com o nível de pânico no máximo basta uma pancada para acabar com a vida da garota. Para diminuir o pânico é bom usar itens como lavanda ou fugir do inimigo por algum tempo até que  Fiona volte ao normal.

SEU MELHOR AMIGO

Hewie será seu grande companheiro nessa difícil missão de sair vivo do castelo. O cão será usado para resolver alguns puzzles, encontrar itens e enfrentar os inimigos por isso será importante manter uma boa relação com seu parceiro canino, seja elogiando seus feitos heróicos ou alimentando-o quando sua energia estiver baixa, para que Hewie não caia desacordado. Detalhe, o  seu nível de afinidade com cão pode influenciar no final do game, então cuidem bem do Totó.

Criação de itens

Este é o ponto em que Haunting Ground desliza feio, porque seu sistema de criação de itens não funciona bem com o restante do jogo, pois durante a exploração no castelo o jogador vai encontrando itens que a princípio não servem para nada, os medalions. Porém no decorrer da jogatina são descobertas as salas de síntese, onde os medalions podem ser refinados através de máquinas tornando-se itens, mas o problema é que este refino é feito através de uma espécie de mini-game que funciona como uma máquina caça-níqueis e por isso para conseguir um bom item você depende muito mais de sorte do que técnica, uma verdadeira roleta russa.

Embora HG seja um bom jogo os problemas como a escassez de esconderijos, fazendo com que o jogador fique andando a esmo pelo castelo atrás de um refúgio enquanto foge de um inimigo, tornando o game cansativo e o sistema de criação de itens, muito mal elaborado, que funciona mais na base de sorte do que habilidade, fazem com que jogo perca um pouco do seu brilho.

De forma geral as qualidades de Haunting Ground superam seus defeitos, o que faz com que ele entre naquela sua lista de games que merecem uma conferida se estiver afim de jogar algo diferente.

NOTA 7.5

PRÓS:

-Belos gráficos

– A combinação menina gostosa assustada + cão herói funciona bem

-Inimigos espertos

-Hewie é o cão mais esperto e ninja do mundo

CONTRAS:

-Sistema de criação de itens

-Poucos esconderijos

-Mapa pouco funcional

-Fiona encherá sua paciência muitas vezes

Vídeos:

DICAS :

-Todos os comandos de Hewie são feitos através da alavanca analógica direita do controle.

-Procure mandar Hewie atacar os inimigos pelas costas, porque dificilmente os inimigos conseguiram golpeá-lo.

-Se pressionar o analógico da direita Hewie ficará rosnando  e quando atacar, o resultado será um ataque mais forte.

-Quando Hewie estiver atacando um inimigo, você poderá fazer com que seu parceiro canino  continue atacando ou cancele o ataque colocando pra cima(continuar) ou pra baixo(cancelar).

-Sempre mande Hewie farejar as salas para encontrar itens

-Na máquina de síntese fique ligado no que cada esfera representa, dependendo do número de esferas misturadas serão obtidos itens diferentes por isso tente combinações variadas.

Esferas verdes – Itens para proteção de Fiona, que podem aumentar a defesa ou conferir novas habilidades

Esferas Azuis – Itens para Hewie

Esferas vermelhas – Explosivos

Esferas brancas – Itens de cura, calmantes ou outros medalions

Espero que as dicas ajudem que tiver alguma dificuldade com o game.

Está Aberta a Caçada

manhunt20cover3r


Produtor : Rockstar North

Plataformas: PS2,PC e XBOX

Lançamento:Novembro 2003

Sabe-se que a Rockstar é conhecida pela qualidade de seu games, mas principalmente pelo seus conteúdos polêmicos, novamente a Rockstar chama a atenção com um game de linguagem pesada e cenas fortes.

Esqueça BBB, Casa dos Artistas e outros Reality Shows

No jogo assumimos o controle de James Earl Cash , um presidiário que foi condenado a morte e que não se arrepende de seus crimes.

Assim que James é  teoricamente executado , ele acorda numa espécie de enfermaria aonde escuta uma voz falando com ele.  Trata –se de Leonel Starkweather, idealizador do programa.

Ele explica a James que ele será solto em algumas cidade chamada Carcer City e terá que passar por diversas localidades matando todos os outros participantes do show, que são chamados de Hunters e estão ali para caçar James.

Muita gente diz que Manhunt não tem história. Ok , realmente a história não é muito desenvolvida no game, mas na verdade tem algo mais além de matar e num determinado ponto do jogo veremos que existe uma jornalista tentando descobrir , que tipo de crueldades o sr. Starweather , anda fazendo com pessoas em seus estúdios.

Uma curiosidade é que esse jogo teve como inspiração filmes como : O Sobrevivente e Blade Runner

A sombra e a Escuridão, suas companheiras

O game tem uma jogabilidade baseada na furtividade, em alguns pontos se parece com Tenchu, pois para executar os inimigos é necessário se aproximar deles pelas costas e sem ser notado.E para isso contamos com os diversos pontos escuros do cenário para surpreender os inimigos, porque dificilmente um inimigo irá vê-lo quando enquanto estiver  escondido nas sombras.

Para executar os inimigos Cash , usa algumas armas e improvisa outras, dentre os artefatos usados por ele temos: cacos de vidro, estiletes, sacos plásticos,  pés de cabra, tacos de baseball e com o decorrer do jogo terá acesso  também a armas de fogo como: revolveres, pistolas , espingardas, rifles entre outras.

Um game para jogadores com nervos de aço e Cojones de Piedra

Afirmo que Manhunt , tem cenas muito fortes que podem chocar algumas pessoas e outro fator que também afasta alguns jogadores é dificuldade bem elevada do game, que  aumenta muito após a metade do jogo.

Em Manhunt contamos com um radar q serve para saber aonde estão os inimigos, no estilo Metal Gear, o radar também serve como sonar, uma vez que ele também mostra a intensidade do som  emitido pelas atividades dos jogadores seja andando, correndo ou fazendo qualquer outra coisa.

A jogabilidade é boa quando falamos em furtividade, o personagem tem a opção de correr, andar bem silenciosamente (essa útil na hora das execuções), encostar em paredes e bater em paredes para chamar a atenção dos inimigos.

O foco do game é a furtividade , por isso nem adianta encarar lutas mano a mano porque a jogabilidade deste game não foi feita para isso, porque James é muito lento e tem poucos golpes.

Sadismo pouco é Bobagem…

O jogo é realmente muito violento com cenas de decaptações , execuções variadas sem falar do diretor Starkweather que fica “brincando” com Cash o tempo todo , falando piadinhas, rindo da situação do cara, quando o jogador demora muito e executar alguém ele fica falando coisas como: “ Vamos Cash o público quer diversão !” ,em outros momentos ele fica ironizando dizendo frases como: “Logo, logo eles estarão gritando seu nome !”, “ Os corpos estão se empilhando bem…” enfim , ele  também debocha de Cash e dos inimigos o tempo todo.

As Execuções

Essa é marca de Manhunt, quanto mais violenta for para um inimigo a passagem para o outro mundo , maior será a pontuação de Cash .

A pontuação é medida em estrelas de um a cinco, então quanto mais estrelas ganhar no final da fase , mais chance de liberar segredos do jogo.

As execuções são divididas em :

Normais : basta travar o cursor no inimigo e atacar .

Violent. :  Travar o cursor e pressionar o botão de ataque até que o cursor fique amarelo.

Gruesome: Travar o cursor e pressionar o botão de ataque até que o cursor fique vermelho.

Quanto mais tempo segurar o botão de ataque mais violenta será a execução. Lembrando que estas execuções só funcionam com as armas brancas.

GRÁFICOS   8,0

O game tem  gráficos competentes e os cenários realmente são bem desenhados  para dar muitas opções para o jogador emboscar os inimigos.

Algo muito interessante visto no game são as execuções e as cutscenes que mostram a história do game, que são colocadas imagens como se estivessem sendo gravadas por uma camera de vídeo e combina perfeitamente com o clima de reality show do game. Realmente  foi uma grande sacada da Rockstar

Os cenários também estão bem feitos , todos com visual de cidades destruídas por algum desastre ou guerra , sendo que os mesmos estão enormes e com diversos locais para servirem de esconderijos.

Entre as localidades, temos um Shopping , um Zoológico, um presídio e mais outros lugares, sendo que cada fase tem cenários muito grandes.

SOM   9.5

Embora não exista música no jogo, os sons tem uma grande fidelidade ao mundo real , sejam eles de ossos quebrando, perfurações, tiros todos muito realistas.

As dublagens também estão muito boas, os caras quando vêem um companheiro morto começam a gritar , falar palavrões , ameaçar, enfim  tudo feito com muita qualidade e muitas vezes com aquela ironia e sarcasmo que a Rockstar sabe usar bem em seus games..

JOGABILIDADE  8.0

Como já foi citado a jogabilidade  agrada bastante quando se trata de furtividade, porém tentar se arriscar em uma luta corporal é loucura. Quanto as armas de fogo não há do que reclamar, pois a Rockstar colocou um sistema de mira automático que quando o jogador está a curtas distâncias do inimigo, Cash automaticamente  mira a cabeça do inimigo facilitando a vida do jogador.

Embora os comandos respondam bem, o excesso de furtividade acaba cansando o jogador , principalmente, nas últimas fases em que os níveis são muito grandes e o número de inimigos é enorme.

Porém devo ressaltar que existem save points nos lugares cruciais das fases, isso ajuda um pouco  , pois se  morrer não precisará voltar a uma grande parte da fase.

Embora o jogo tenha muita violência em alguns momentos os inimigos são tão grosseiros que chega a ser engraçado. Ainda é necessário dizer que o jogo tem uma boa inteligência artificial, com inimigos atacam em grupos, explorando lugares bem distantes e também possuem uma boa pontaria  nas fases de tiro. Os inimigos também são bastante variados e aumentam seu nível durante o jogo, pois enfrentamos logo de cara algum bandidos pés-de-chinelo e no decorrer vamos enfrentando uns caras mais espertos, policiais, militares e uma espécie de SWAT.

Manhunt é um bom jogo sim , do contrário que muitas pessoas dizem , porém é necessário entender a proposta do jogo que é ser sorrateiro. Aproveito para avisar que é um game para quem está atrás de um desafio, porque o game é bem longo e bastante difícil.

Prós:

– Execuções

– Ótima dublagem e efeitos sonoros

– Alto nível de desafio

Contras:

– Muito difícil em alguns pontos

– Poderiam dar um pouco mais de importância a história

Fotos: Gamespot / IGN

Trailer:

Cuidado! Contém cenas violentas

DISTRIBUIÇÃO: Namco

PRODUÇÃO: Sony Cambridge

LANÇAMENTO: Agosto 2004

INFLUÊNCIAS ANTIGAS

Inicialmente GHOSTHUNTER lembra muito o filme Ghostbusters ou Os Caça-Fantasmas como é conhecido por aqui. Sim, aquele mesmo que tem o Geléia e que todo mundo já assistiu ao menos umas 3 vezes nas sessões da tarde nos anos 90. O game faz diversas referências aos filmes porque mistura um pouco de terror com senso de humor, vários acessórios para capturar fantasmas e tem até um clone do Geléia.

NÃO APERTE ESTE BOTÃO

A história do game começa com Lazarus Jones, um policial de Detroit. Ele e sua parceira Steele foram investigar uma escola onde aconteceram estranhos assassinatos, chegando no local Lazarus e Steele se separam para investigar o lugar, enquanto investiga o lugar Lazarus acaba chegando a uma espécie de porão, aonde encontra uma estranha máquina muito grande e com um enorme botão vermelho e aí sabem como é … grandes botões que e parecem ser perigosos excercem uma grande atração nas pessoas, então Lazarus aperta o bendito botão e acaba libertando um grande número de fantasmas e no meio dessa confusão um dos fantasmas acaba se fundindo ao  corpo de Lazarus, lhe dando o poder de enxergar os fantasmas. (isso é muito original não?)

Ainda confuso Lazarus custa a acreditar em fantasmas até que sua parceria acaba sendo raptada por um dos deles, então nosso amigo candidato a caça fantasmas começa sua jornada.

O game tem fases enormes e lineares, ou seja , dificilmente você chegará perto do final da fase e descobrirá que deveria ter pego alguma coisa que estava bem no começo. Os cenários são bastante detalhados, o game em geral é de ação e tiro em terceira pessoa, porém existem umas pequenas partes de stealth , que deverás agir furtivamente para atingir seus objetivos e outras que deve usar seu cérebro para resolver alguns quebra-cabeça simples, que em geral se resumem em prestar atenção nos cenários, para contornar os problemas.

UMA AJUDANTE DE OUTRO MUNDO

Como havia falado lá no início do review, um espírito fundiu – se  ao corpo de Lazarus e se trata  de Astral, uma fantasma que ajudará o detetive em sua jornada. No decorrer do jogo Astral ganhará diversas habilidades como: atravessar portais onde só  espíritos passam, materializar – se para atingir objetos, mover coisas , controlar fantasmas mais fracos entre outras atividades.

Mas não pensem que controlar Astral é muito divertido, pois a câmera não ajuda muito e embora essas habilidades sejam interessantes, elas são pouco utilizadas no jogo, na verdade acho que só colocaram Astral para a história do jogo ficar mais emocionante, já que no desenrolar da trama veremos a importância de Astral.

OS INIMIGOS

Lendo o nome do jogo logo sabemos que os inimigos são fantasmas(dã), mas não pensem só em fantasmas que ficam voando e atirando coisas, na verdade existem alguns fantasmas assim , mas também existem fantasmas que usam armas de fogo, atacam com objetos cortantes, usam eletricidade,  atacando de diversas maneiras diferentes fazendo com que o jogador crie estratégias diferentes para derrotar cada tipo de fantasma.

A inteligência artificial dos inimigos varia, mas em geral é boa , tem inimigos que atacam em grupo e até usam estratégias para te distrair e depois  surpreender. Muitas vezes quando são atingidos pela sua granada costumam fugir ou se esconder para não serem capturados.

Também é necessário citar os chefes de fase que geralmente são muito grandes e também precisam de uma estratégia mais elaborada para serem derrotados.

AS ARMAS

Depois de falar dos inimigos vocês devem estar se perguntando, como faço para matar os fantasmas ? Primeiramente você não pode matar os fantasmas afinal como matar o que já está morto?!  Mas é possivel capturar um espírito enfraquecido.

Sem mais embromação vamos as armas. Elas dividem – se em duas categorias :em normais, espectrais e a granada que é um caso à parte.

Granada – Pode ser chamada de granada bumerangue, porque depois de arremessada ela acaba voltando para você, quando essa arma quando é arremessada ela se acopla ao fantasma trazendo – o para o mundo mortal e com isso podemos causar danos a eles com as armas normais e também é com ela que capturamos os fantasmas e isso a torna a arma mais importante do jogo.

Normais – armas comuns como pistolas, espingardas entre outras , não tem efeito contra a maior parte dos fantasmas a não ser que estejam presos pela granada.

Espectrais – São armas que tem como munição a energia de fantasmas, e por isso causam dano a eles sem precisar da granada. Destaques Laço espectral que funciona como lança – chamas e rifle espectral, arma básica que tem uma lanterna acoplada.

GRÁFICOS

Os gráficos do game realmente estão muito bons, embora não existam CGs. Todas cutscenes são na engine do game, de fato os personagens são todos muito bem feitos tanto os humanos quanto os fantasmas.

Agora falando dos cenários, fases são enormes e com ambientes bastante variados, para exemplificar isso, na Segunda fase passamos por um cemitério, um pântano, uma caverna, um vilarejo abandonado, uma mina e uma casa assombrada, detalhe tudo sem loads ,  achou pouco ? Pois isso é apenas uma das fases do game.

Ainda é necessário citar os efeitos de luz, sombra, névoa , pois na fase citada anteriormente, existe uma névoa que deixa a tela meio esverdeada. Mais dois efeitos muito bons são: o efeito da captura do fantasma é um efeito muito bonito e o outro é a troca de realidade quando você é transportado para um lugar onde aconteceu algo com um fantasma, pois você sai direto de uma realidade para outra sem LOAD algum.

SOM

Também bastante competente nesse quesito, tanto os diálogos que são muito bem interpretados, tornando todos os personagens do jogo interessantes, principalmente Lazarus que sempre faz umas piadinhas aqui e ali. Os efeitos sonoros como tiros e explosões entre outros e as vozes de fantasmas que volta e meia emitem uns sussurros ou gritam, dá até para assustar um pouco no início.

As músicas empolgam na hora da ação e lhe prendem nas horas em que você está apenas explorando os ambientes.

JOGABILIDADE

Talvez  esse tenha sido o quesito que GH , tenha tropeçado porque no início você irá apanhar do controle principalmente quem está acostumado a jogos em se pode travar a mira em um inimigo, pois GH não permite essa opção o que é até aceitável porque se existisse como travar a mira o jogo se tornaria muito fácil.

A mira pode ser alternada entre 1ª e 3ª pessoa, mas o grande problema da mira é fazer com que o jogador passe por  situações muito incomodas principalmente no inicio do game, pois Lazarus  tem um sério problema na hora de mirar, porque por mais que você esteja olhando para um inimigo assim que você aperta o botão de mirar, a mira simplesmente sai do alvo e aparece no meio da tela com isso o jogador terá que mover cursor até o inimigo de novo e isso frustará os jogadores de início, mas com um pouco de prática da para tirar isso de letra.

Outro problema é que o controle da mira é muito sensível, então algumas vezes principalmente contra fantasmas que voam você passará sua mira direto sem acertar o fantasma, mas também isso se supera com algum treino.

Tirando esses pequenos problemas na jogabilidade, temos um game de ação muito divertido, com uma história clichê, mas muito bem representada e com algumas reviravoltas, personagens carismáticos, um bom nível de dificuldade que não decepciona quem quer um desafio, mas também não espanta os jogadores mais impacientes.

Para quem sempre quis bancar o caça – fantasmas quando era mais novo, esse  jogo é perfeito,  recomendado.

PRÓS :

A VERSÃO EUROPÉIA DO GAME TEM A OPÇÃO DE COLOCAR O JOGO EM PORTUGUÊS

CENÁRIOS MUITO GRANDES E DETALHADOS

DIÁLOGOS  BEM INTERPRETADOS

CONTRAS:

SISTEMA DE MIRA CONFUSO NO INÍCIO

SISTEMA DE CAMERA CONFUSO ALGUMAS VEZES

Trailer

BLOODY ROAR 4

PRODUÇÃO:Eighting  /Hudson

LANÇAMENTO: Novembro 2003

A série Bloody Roar surgiu no Playstation , com a idéia de colocar lutadores que se transformam nos mais diversos animais como:leão , lobo , camaleão , leopardo entre outros. Para lutarem pelos mais diversos objetivos em batalhas rápidas e ferozes.

Pode –se lutar tanto como humano como animal , porém quando se está na forma animal ( beast ) os lutadores podem usar mais golpes , usam golpes especiais , ficam mais rápidos entre outras vantagens.

O jogo tem todos os personagens de seu predecessor e 3 personagens novos , são eles : Nagi the Spurious , Reiji the Crow e Ryoho e Mana.

No total são 17 personagens.

GRÁFICOS

O jogo tem bons gráficos , não chegam a ser como TEKKEN ou VIRTUA FIGHTER 4, mas são bons apesar de serem mais simples. Um ponto que tem que ser destacado é o fato dos cenários quebrarem e as lutas continuarem em outro plano.(algo meio Dead or Alive ) , que ficou bem legal.

Os personagens estão muito bem desenhados e com muito estilo na aparência e nas roupas , todos tem um visual muito maneiro.

SOM

Os efeitos sonoros estão razoáveis ,  os sons das transformações , os barulhos dos lutadores quando estão em beast  são bons porém nada de muito especial. Meu destaque nesse quesito são as músicas que são todas muito boas e empolgam bastante os combates. Destaque negativo para a dublagem  dos personagens que é  fraca e algumas vezes não passa muita emoção, além do sincronismo labial ser zero. Parece que converteram as falas do japonês para inglês apenas no áudio , pois nas animações parecem aquelas dublagens de filmes B na década de 80 e 90 , mas como eu disse as músicas te fazem esquecer desses detalhes.

MODOS  DE  JOGO

O jogo tem todos aqueles modos de jogo manjados : arcade , training , sparring , versus , survival e carrer , esse último merece algum destaque , pois nele que se ganha pontos para liberar alguns segredos do jogo e além disso ganhar novos golpes a habilidades para o personagem que vc escolher jogar neste modo.

Depois de ganhar habilidades , você pode equipa – lás e usar até em outros modos , funcionam como as cápsulas de DBZ 2.

JOGABILIDADE

Este é um ponto em que esse jogo se destaca muito , pois os comandos são simples e respondem com precisão.

Justamente essa simplicidade é que destaca a jogabilidade , pois tanto veteranos em jogos de luta , quanto novatos conseguem se divertir sem problemas. E mesmo com essa simplicidade é possível criar combos extremamente destruidores !

Mas nem tudo são flores, pois essa simplicidade em excesso faz com que os jogadores combos a esmo, na base da sorte mesmo e uma falta grave é a falta de uma move list , para saber  com fazer os golpes do lutadores.

Uma mudança importante na jogabilidade , foi  a possibilidade de encher a barra BEAST por conta própria , apertando e segurando o botão de transformação , com isso você converterá sua energia em energia beast , essa possibilidade adicionou muito mais estratégia ao jogo.

DICA : Quando você converte seu último ponto de energia em energia beast  , seu personagem se transformará em ultra – beast , podendo mandar golpes especiais infinitos , durante o round.

Esse realmente é um bom jogo , não chega ao nível de detalhamento e complexidade de um TEKKEN ou SOUL CALIBUR , mas é um jogo muito divertido, principalmente pela simplicidade , que permite tanto veteranos em fighting games , quanto novatos se divertirem.

PRÓS :

Jogabilidade simples

Músicas muito boas

Personagens bem desenhados

Combos destruídores

CONTRAS:

Dublagem sem emoção e sincronismo labial.

Modo Career muito simples , poderia Ter um desafio maior

O jogo tem poucos extras.

Falta uma move list do game.

Video dos combos do game.

DEAD TO RIGHTS

PRODUÇÃO: Namco

DISTRIBUIÇÃO: Namco

LANÇAMENTO: Agosto 2002

PLATAFORMAS: XBOX, PS2, Gamecube e PC

O jogo se passa em Grand City , uma cidade com uma taxa de criminalidade bem alta  e o protagonista é Jack Slate um policial linha dura que faz parte de uma equipe que trabalha em conjunto com cães. Juntamente com Slate temos seu parceiro , o cão Shadow (original não?) Essa dupla vai encarar toda a escória criminosa de Grand City tentando sobreviver e provar a inocência de Slate sobre um crime que não cometeu.

GRÁFICOS

O jogo tem gráficos bem aceitáveis para os padrões de hoje levando em consideração que se trata de um jogo de 2002 , os cenários tem um bom tamanho, são bem feitos, em borá não possuam muitos detalhes.

Nesse quesito um ponto que se torna fraco é a variedade de inimigos, que não é muita embora não se tenha muito tempo para ficar olhando muito os inimigos , já que o jogo tem muita ação.

Destaque também para as cenas em CG entre as fases que ficaram muito bem feitas.

SOM

O jogo é satisfatório pois as músicas são razoáveis  nada memorável , mas animam os tiroteios e brigas. Somados ainda aos efeitos  de tiros, pancadas e explosões temos uma combinação que combina bem e agradam aos jogadores, o único problema são as atuações de voz que só pra lá de genéricas na maioria das vezes, na verdade no mesmo nível de filmes de ação classe B. Mas nada que de fato incomode.

JOGABILIDADE

Esse é o quesito em que esse jogo se destaca muito e o que me fez fazer esse review , pois Slate tem muitos movimentos tanto estando armado, quanto desarmado , você  pode pegar um cara e usá – lo como escudo e depois disso executá-lo sem problemas. Existe ainda uma categoria de movimentos  chamados disarms, em que Slate tira as armas do o oponente sempre com um movimento mirabolante do tipo que se você vê em um filme você diria: “ Que mentira safada”, mas todos são golpes muito maneiros de assistir.

Além dos movimentos de Slate , ainda temos Shadow, seu amigo caninole será muito importante na jornada , já que ele pode matar qualquer inimigo com um único ataque e ainda trará a arma dele para você (no melhor estilo Shadow Dancer . alguém lembra ? ), há também uma fase em que jogamos com Shadow e temos que fareja e  umas bombas para que Slate desarme.

Nesse jogo há também partes de combate mano a mano  , onde podemos matar as saudades de Final Fight ou Streets of Rage

Não poderia deixar de citar outra habilidade de Slate que é uma espécie de “Bullet time”, aquele efeito Matrix super  manjado mas que todo mundo gosta , deixando tudo em câmera lenta quando é acionado facilita a nossa vida para matar muitos inimigos em câmera lentafacilmente.

O sistema de mira funciona como Syphon Filter travando a mira no inimigo com R1 ou mira manual com o R2.

Uma menção honrosa aos minigames de jogo que combnam perfeitamente com a históriastória do jogo como uma parte em temos que jogar com uma dançarina numa boate para distrair os seguranças para Slate passar.

Ou ainda o mini game na prisão em que temos que ganhar de uns caras na queda de braço , no boxe e em outros esportes.

Concluindo esse é um bom jogo e bem extenso tem 15 fases , com boa dificuldade uma história bem clichêde filmes de ação,  mas de forma alguma isso faz com que o game se torne menos divertido. Com certeza vale conferir.

PRÓS:

Muitos movimentos especiais

Bullet time

Minigames interessantes

Interação com Shadow

CONTRAS

Gráficos um pouco defasados

Bugs em alguns pontos

Pouca variedade de inimigos